Em 13 de janeiro de 2026, o Banco Mundial anunciou que o Produto Interno Bruto (PIB) da China deverá crescer 4,9% em 2025, seguido de uma desaceleração para 4,4% em 2026. Essas novas projeções são superiores às estimativas do ano anterior, que previam um crescimento de 4,5% para 2025 e 4,0% para 2026. O relatório, intitulado Perspectivas Econômicas Globais, reflete uma análise atualizada da economia chinesa, que demonstra sinais de resiliência diante de um cenário global desafiador.
O aumento nas previsões é atribuído a um estímulo fiscal mais robusto por parte do governo de Pequim e a um crescimento nas exportações, especialmente para mercados fora dos Estados Unidos. Contudo, o Banco Mundial alerta que o crescimento da economia chinesa deve desacelerar ao longo do tempo, em virtude da confiança fraca do consumidor e de uma desaceleração estrutural que se faz sentir. Fatores como a queda da produtividade e altos níveis de endividamento podem impactar negativamente o desempenho econômico a longo prazo.
Para 2027, a instituição projeta uma nova diminuição no crescimento do PIB, que deve ficar em 4,2%. Isso sugere que a economia da China enfrentará desafios contínuos que podem limitar seu potencial de crescimento, exigindo atenção das autoridades e investidores para as políticas que serão implementadas nos próximos anos. Assim, as medidas de estímulo fiscal e ajustes nas tarifas comerciais serão fundamentais para sustentar a recuperação econômica no futuro.

