A Fictor, que patrocina o Palmeiras desde o ano passado, teve suas contas bloqueadas cautelarmente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo em 30 de janeiro de 2026. Apesar dessa medida, o Palmeiras assegurou que os pagamentos previstos no contrato de patrocínio, que podem totalizar até R$ 30 milhões anuais, continuam a ser realizados em dia.
O contrato, com duração de três anos, inclui também os naming rights de um torneio sub-17 que foi renomeado para Copa Fictor. A holding financeira, que tem enfrentado dificuldades financeiras, anteriormente tentou adquirir o Banco Master, que acabou sendo liquidado pelo Banco Central após a prisão de seu presidente, complicando ainda mais a situação da Fictor e levantando questões sobre sua sustentabilidade a longo prazo.
O impacto desse bloqueio e a capacidade da Fictor de manter seus compromissos financeiros são preocupações para o Palmeiras, que conta com outros patrocinadores e uma receita anual de mais de R$ 150 milhões. O desenrolar dessas questões poderá influenciar não apenas o relacionamento entre a patrocinadora e o clube, mas também a reputação da Fictor no mercado financeiro e esportivo.

