Brasil se prepara para um turbulento ano eleitoral em 2026

Isabela Moraes
Tempo: 2 min.

O Brasil se aproxima de um ano eleitoral marcado por intensas disputas políticas, cuja corrida presidencial começa oficialmente em 17 de fevereiro de 2026. O candidato Flávio Bolsonaro, representando a oposição, já não é uma hipótese, mas um projeto em consolidação, enquanto Lula adota uma postura ambígua em um governo dividido. Essa agitação política promete impactar não apenas as eleições, mas todo o sistema político do país.

No atual contexto, a relação entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) se torna cada vez mais tensa, com decisões judiciais sendo vistas como ingerência pelo Legislativo. Enquanto isso, a explosão do Banco Master gera uma crise que afeta a confiança em Brasília, acrescentando ainda mais complexidade ao cenário político. A normalização de abusos e a relativização de direitos se consolidam, criando um ambiente perigoso para a democracia.

À medida que o país avança para as eleições, o risco não é apenas quem vencerá, mas a percepção de que a corrida política já ultrapassou os limites do aceitável. As instituições, partidos e cidadãos parecem correr em direções opostas, sem um consenso sobre os limites necessários para a construção de um projeto nacional. O Brasil de 2026 enfrenta um dilema crítico: continuar a corrida sem direção ou reconhecer a necessidade de um novo pacto social.

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