A Câmara de Vereadores de Maceió aprovou, em sessão extraordinária no dia 29 de janeiro, um parecer que recomenda a rejeição das contas de 2019 do ex-prefeito Rui Palmeira. A decisão, que ocorreu com apenas 13 votos favoráveis, 10 contrários e duas abstenções, foi questionada por não atender ao quórum exigido pelo regimento interno, gerando reações negativas entre os vereadores e a população.
A vereadora Teca Nelma fez um questionamento importante em relação à votação, indagando os procuradores da Câmara sobre a validade do parecer aprovado. A divergência entre os procuradores, sendo um a favor e outro contra, levantou mais dúvidas sobre a legalidade do ato e acirrou os ânimos entre os membros do legislativo. O presidente Chico Filho, ao responder à vereadora, adotou um tom autoritário, o que agravou a situação e expôs a fragilidade da condução da câmara.
As implicações desse episódio são significativas, pois podem resultar em ações judiciais que contestem a aprovação do parecer. A situação acentua uma crise institucional no legislativo de Maceió, evidenciando a insatisfação entre os vereadores e a falta de transparência nas decisões. Com a pressão crescente, a condução das próximas sessões poderá ser impactada, exigindo um maior compromisso com a legalidade e a ética por parte da Mesa Diretora.

