Na quinta-feira, a Casa Branca divulgou uma imagem digitalmente alterada de Nekima Levy Armstrong, uma mulher presa durante um protesto. A imagem, que foi anunciada pela procuradora-geral, apresentava a mulher em um estado emocional dramático, diferente da versão original onde ela aparecia serena. Este evento está vinculado a uma manifestação que interrompeu serviços religiosos em St. Paul, Minnesota, no último domingo.
A análise do Guardian destacou que, além da alteração emocional, a imagem modificada mostrava Armstrong com a pele visivelmente mais escura. O protesto e as prisões ocorreram em resposta a alegações de que um dos pastores locais estava ligado ao escritório do ICE na cidade. A procuradora-geral usou as redes sociais para anunciar as prisões, aumentando a atenção sobre o caso e a manipulação de imagens pela Casa Branca.
As implicações deste incidente levantam questões sérias sobre a transparência e a ética na comunicação oficial. A manipulação de imagens pode impactar a percepção pública e a confiança nas instituições governamentais. Além disso, o caso destaca a tensão crescente em torno das políticas de imigração e as reações da sociedade civil, que continuam a desafiar as ações do governo em temas sensíveis como a imigração e os direitos civis.

