Gregory Bovino, um oficial sênior da patrulha de fronteira dos EUA, está no centro de uma controvérsia após sua escolha de vestuário durante operações de imigração em Minneapolis. O casaco longo e verde oliva que ele usou, com botões de metal, foi comparado por comentaristas alemães à estética fascista, o que gerou críticas e discussões sobre a simbologia da vestimenta.
Bovino se tornou uma figura cada vez mais reconhecível devido à sua liderança em operações de imigração, que têm sido descritas como agressivas. O contraste entre seu casaco e a vestimenta padrão dos agentes, que geralmente inclui uniformes e coletes à prova de balas, chamou a atenção da mídia, que questiona a mensagem que esse tipo de vestuário pode transmitir em um contexto de tensões sociais e políticas sobre imigração.
As implicações dessa comparação são significativas, uma vez que levantam questões sobre a percepção pública das operações de imigração nos EUA. A reação na Alemanha pode refletir preocupações mais amplas sobre a imagem da fronteira americana e as políticas de imigração, sugerindo que a forma como os oficiais se apresentam pode influenciar o debate sobre direitos humanos e a política de imigração no cenário internacional.

