O Centro de Detenção Metropolitano (MDC), situado no Brooklyn, Nova York, é conhecido por suas condições severas e abriga atualmente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O ex-presidente da CBF, José Maria Marin, cumpriu pena no MDC entre 2018 e 2020 por crimes de corrupção, incluindo fraude bancária e lavagem de dinheiro, culminando em sua condenação em 2017. Marin, que recebeu propinas de US$ 6,5 milhões, foi classificado como parte de um esquema de corrupção que afetou a integridade do futebol internacional.
Fundado na década de 1990, o MDC é cercado por barreiras de segurança e equipado com tecnologia de vigilância, embora informe-se que as condições dos detentos são precárias. Relatos indicam que o espaço destinado aos presos é reduzido e que a maioria deles permanece confinada por longos períodos. A situação no MDC levanta preocupações sobre a eficácia e a ética do sistema penitenciário dos Estados Unidos, especialmente em relação a detentos de alto perfil como Maduro.
A libertação antecipada de Marin durante a pandemia e sua morte em 2023, após um AVC, destacam a fragilidade das vidas dos ex-dirigentes envolvidos em escândalos de corrupção. O MDC, com sua reputação sombria e os impactos de casos como o de Marin, continua a ser um ponto focal nas discussões sobre reforma do sistema prisional e as implicações das ações de figuras influentes no esporte. A história desses detentos reflete não apenas questões legais, mas também o estado moral e ético do futebol global.

