Em Caracas, no dia 9 de janeiro de 2026, o chavismo organizou uma marcha pelo sexto dia consecutivo, exigindo a libertação do presidente Nicolás Maduro e rejeitando tentativas do presidente americano, Donald Trump, de intervir no país. A mobilização ocorreu paralelamente à chegada de uma missão diplomática dos Estados Unidos, que busca restaurar relações diplomáticas após sete anos de tensão.
Os participantes da marcha expressaram sua indignação em relação à política dos EUA, com declarações contundentes de figuras como Josefina Castro, que afirmou: “Eu não aceito que Trump venha dominar o nosso país”. Os manifestantes, em sua maioria simpatizantes do chavismo, também levantaram bandeiras em defesa do petróleo venezuelano, reafirmando que este pertence à nação e não será cedido a potências estrangeiras.
Apesar de um número menor de participantes em comparação a dias anteriores, a mobilização serviu como preparação para uma grande marcha programada para o dia seguinte, marcando o aniversário de uma recente ofensiva militar. Os desdobramentos da situação continuam a atrair a atenção internacional, especialmente em relação às relações EUA-Venezuela e à política interna do país.

