A chef Greta Guedes, de 46 anos, enfrentou uma drástica mudança em sua vida após ser diagnosticada com a síndrome de Guillain-Barré durante férias em Corumbá, no mês de março do ano passado. Inicialmente, ela ignorou os sintomas, acreditando que eram efeitos colaterais de um medicamento. No entanto, a situação se agravou rapidamente, levando-a a buscar atendimento médico em São Paulo, onde recebeu o diagnóstico e foi internada.
Durante sua internação, Greta passou por diversos exames e começou um tratamento intensivo. Ela descreve a dificuldade de lidar com a perda de mobilidade e a dor, ressaltando o apoio essencial da família nesse período desafiador. Com o tempo, ela conseguiu retomar a habilidade de andar, embora ainda enfrente limitações e continue a lidar com os efeitos da doença, que é autoimune e requer cuidados constantes.
Greta também relembra a importância de prestar atenção aos sinais do corpo e não subestimar sintomas aparentemente benignos. Com uma nova perspectiva, ela adaptou sua rotina profissional na Quichiki, sua empresa de quiches e tortas, contratando ajuda para lidar com as exigências do trabalho na cozinha. Sua mensagem é clara: buscar ajuda médica ao notar sintomas incomuns pode ser crucial e deve ser uma prioridade para todos.

