No dia 5 de janeiro de 2026, Nicolás Maduro, líder da Venezuela, foi preso por autoridades dos Estados Unidos e levado a Nova York, onde enfrentará acusações de tráfico de drogas. A captura, realizada em uma operação militar, provocou reações imediatas na comunidade internacional, especialmente da China, que considera Maduro um aliado estratégico na América Latina.
A China, por meio de seu ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, expressou forte condenação à ação americana, afirmando que os Estados Unidos agem como um ‘juiz mundial’. Pequim se comprometeu a levar a questão à Organização das Nações Unidas, reforçando sua política de não intervenção e defendendo a soberania nacional da Venezuela. A captura de Maduro é vista como um teste crucial para a capacidade da China de influenciar a geopolítica regional sem recorrer a ações militares.
Os desdobramentos da prisão de Maduro podem impactar as relações entre a China e os países latino-americanos, especialmente em um momento em que a China procura expandir sua influência na região. A resposta da China na ONU e o apoio que pode mobilizar contra os EUA serão observados de perto, visto que a relação entre Pequim e Caracas é histórica e fundamentada em interesses econômicos mútuos, especialmente no setor de petróleo.

