Em 8 de janeiro de 2026, autoridades chinesas negaram qualquer envolvimento em um suposto ataque cibernético que teria comprometido e-mails de assessores de comitês do Congresso dos Estados Unidos. A negativa surgiu após reportagens que indicavam que um grupo de hackers conhecido como Salt Typhoon estaria por trás das invasões, afetando comunicações em áreas-chave como relações exteriores e inteligência.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, descreveu as acusações como ‘desinformação politicamente motivada’, enfatizando que Pequim não se envolve em atividades de ciberespionagem. Relatos indicam que as invasões foram detectadas em dezembro, mas não há confirmação de que e-mails de parlamentares tenham sido acessados ou que dados críticos tenham sido comprometidos.
A rejeição por parte da China ocorre em um contexto de crescente tensão entre os países, especialmente em questões de segurança cibernética. Legisladores americanos frequentemente enfrentam tentativas de ciberespionagem, e a situação levanta preocupações sobre a proteção das comunicações governamentais. O impacto e a extensão do suposto ataque ainda permanecem incertos, com investigações em andamento.

