Cientistas alertam sobre aumento do calor extremo até 2050

Jackelline Barbosa
Tempo: 1 min.

Cientistas alertaram que até 2050, aproximadamente 3,8 bilhões de pessoas enfrentarão condições de calor extremo, com o Brasil entre os países mais afetados. Publicado na revista Nature Sustainability, o estudo revela que a demanda por refrigeração aumentará drasticamente em nações como o Brasil e a Nigéria, onde muitas pessoas ainda não têm acesso a ar-condicionado.

Os pesquisadores destacam que o aumento das temperaturas trará consequências severas, especialmente para países em desenvolvimento. Além disso, mesmo regiões tradicionalmente mais frias, como Canadá e Finlândia, precisarão se adaptar a essas novas realidades climáticas. A principal conclusão do estudo é que a urgência para a adaptação ao calor extremo é maior do que se acreditava anteriormente, exigindo novos investimentos em infraestrutura de resfriamento.

As implicações da pesquisa são vastas, pois a exposição prolongada ao calor extremo pode levar a sérios problemas de saúde, incluindo falência de órgãos e morte. O estudo evidencia que os mais vulneráveis serão os mais afetados por essa tendência de aumento das temperaturas. Portanto, é fundamental que haja um planejamento adequado e políticas públicas eficazes para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas nos próximos anos.

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