Clintons desafiam intimação em investigação sobre Epstein

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

Os ex-presidentes Bill Clinton e Hillary Clinton rejeitaram a intimação para depor na investigação da Câmara sobre Jeffrey Epstein, um notório criminoso sexual. A decisão ocorre em meio a ameaças de líderes republicanos de processá-los por desacato ao Congresso. Em uma carta enviada ao presidente do Comitê de Supervisão, os Clintons afirmaram que a ação representa uma tentativa de prisão política, o que eles consideram inaceitável.

A dupla já havia colaborado anteriormente, fornecendo informações limitadas sobre Epstein ao Comitê. No entanto, seus advogados argumentam que as intimações são inválidas e infringem a separação de poderes. Eles expressaram preocupação de que essa insistência por depoimentos possa resultar em um prolongado conflito legal sem necessidade, mas indicaram disposição para apresentar declarações previamente elaboradas como uma forma de acomodação.

O presidente do Comitê, James Comer, afirmou que tomará medidas para responsabilizar Bill Clinton por não comparecer ao depoimento. Enquanto isso, os Clintons alertaram que a investigação deve focar nas falhas do governo em investigar Epstein adequadamente, em vez de perseguir indivíduos. Essa situação pode intensificar a polarização política em torno do caso Epstein e gerar novas controvérsias no cenário político americano.

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