Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, está cumprindo prisão domiciliar em uma cobertura em Maceió, Alagoas, desde maio de 2025, após ser condenado a mais de oito anos por corrupção no âmbito da operação Lava-Jato. Recentemente, ele recebeu a visita do deputado Paulinho da Força, que justificou o encontro como uma visita institucional e humanitária, autorizado pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.
Desde o início de sua detenção, Collor tem recebido visitas de familiares, amigos e profissionais de saúde, além de advogados e jornalistas. Em outubro, o ex-presidente teve que explicar ao STF uma violação registrada em sua tornozeleira eletrônica, que foi considerada pontual e não resultou em movimentações atípicas. Collor foi considerado culpado por receber R$ 20 milhões em propinas, mas só teve a execução penal iniciada em abril de 2025.
Além das visitas e da gestão de sua pena, a situação de Collor levanta questões sobre a aplicação da justiça e o tratamento de presos com problemas de saúde. Com diagnósticos de Parkinson e outras comorbidades, sua defesa argumenta que o regime de prisão domiciliar é adequado. A continuidade desse cenário dependerá do cumprimento das condições impostas pelo STF e da avaliação do seu estado de saúde.

