Colômbia se prepara para defender soberania contra ameaças dos EUA

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

A ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Rosa Villavicencio, declarou que os militares do país devem estar prontos para defender a soberania nacional diante de uma possível invasão dos Estados Unidos. A afirmação segue uma ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, que comparou a situação com a operação militar realizada na Venezuela, onde o governo de Nicolás Maduro foi alvo de ações diretas. A declaração foi feita em coletiva de imprensa na capital, Bogotá, no dia 6 de janeiro de 2026.

Villavicencio enfatizou que, segundo o direito internacional, a Colômbia tem o direito à legítima defesa em face de qualquer agressão. A operação na Venezuela, que resultou na destituição do presidente Maduro, serve como um contexto alarmante para a Colômbia, que já enfrenta seus próprios desafios internos e regionais. A ministra reforçou a necessidade de os militares estarem preparados, aumentando a tensão entre os dois países e gerando preocupações sobre a estabilidade na região.

As implicações dessa ameaça são significativas, não apenas para a Colômbia, mas para toda a América Latina. A posição dos EUA pode instigar uma escalada de conflitos, afetando as relações diplomáticas e a segurança na região. Este cenário exige acompanhamento de perto, uma vez que a resposta da Colômbia poderá moldar as dinâmicas geopolíticas na América do Sul nos próximos meses.

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