No dia 6 de janeiro de 2026, a ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Rosa Villavicencio, declarou que os militares do país devem estar prontos para defender o território nacional de uma possível invasão pelos Estados Unidos. Essa afirmação surge após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado a Colômbia com uma ação militar semelhante àquela realizada na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro.
Villavicencio enfatizou, em uma coletiva de imprensa, que, segundo o direito internacional, a Colômbia tem o direito à legítima autodefesa em caso de agressão. A ministra destacou a importância de manter a soberania e a integridade territorial do país frente a quaisquer ameaças externas. A situação representa um ponto de tensão nas relações entre a Colômbia e os Estados Unidos, que historicamente têm sido aliados.
As declarações da ministra poderão levar a um aumento das atividades militares na Colômbia, enquanto o governo busca garantir a segurança nacional. Além disso, a possibilidade de uma intervenção militar dos EUA pode intensificar o debate sobre a política externa colombiana e sua posição em relação a intervenções estrangeiras. O desenrolar dessa situação poderá afetar não apenas a Colômbia, mas também a dinâmica geopolítica na América Latina.

