Concessões se tornam essenciais na nova estratégia do governo federal

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

O secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, afirmou que as concessões e leilões assumiram um papel central na agenda econômica do governo federal. Em entrevista ao InfoMoney, ele destacou que a diversificação de investidores e a implementação de um novo modelo de risco transformaram essas iniciativas em parcerias estratégicas, com o objetivo de reduzir gargalos logísticos e fomentar o crescimento econômico até 2026.

Santoro ressaltou que, após décadas com poucos leilões ferroviários, o governo estruturou uma carteira robusta de projetos que busca dar previsibilidade aos investidores. Com investimentos estimados em R$ 300 bilhões, a previsão é que 14 concessões rodoviárias e oito ferroviárias estejam prontas para leilão em três anos. Essa nova abordagem visa não apenas arrecadar recursos, mas também alavancar a política econômica do país, garantindo segurança jurídica e atraindo capital privado.

O impacto dessa estratégia é significativo, segundo Santoro, que acredita que o Brasil agora possui o maior pipeline de concessões de rodovias e ferrovias do mundo. Ele enfatizou a importância de criar um ambiente propício para investidores, citando a entrada de grupos internacionais e a redução de riscos que antes inviabilizavam projetos. Essa transformação é vista como crucial para a competitividade do Brasil no cenário global, especialmente no setor de alimentos.

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