A Corregedoria Geral de Justiça de São Paulo, sob a liderança do corregedor, decidiu em 27 de janeiro de 2026 proibir o registro de tokens imobiliários, uma medida que visa regularizar as transações no setor. Essa decisão reflete uma preocupação com a segurança jurídica e a proteção dos consumidores, em um contexto onde o uso de tecnologias digitais para compra e venda de imóveis cresce rapidamente.
A proibição do registro de tokens imobiliários pode ter implicações significativas para o mercado, limitando a adoção de novas soluções tecnológicas que visam modernizar o setor. Especialistas alertam que, embora a intenção da medida seja proteger os envolvidos, a falta de regulamentação pode atrasar inovações que poderiam trazer agilidade e transparência às transações imobiliárias.
A decisão da Corregedoria pode gerar um debate mais amplo sobre a necessidade de legislação específica para regular o uso de tecnologias emergentes no setor imobiliário. O desdobramento dessa proibição e suas consequências para o mercado e os consumidores ainda precisam ser analisados, mas já se observa um impacto imediato nas expectativas de empresas que buscam integrar soluções digitais em suas operações.

