CPMI do INSS busca prorrogação de investigação após 29 reuniões

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, anunciou nesta terça-feira a coleta de assinaturas de parlamentares para prorrogar os trabalhos da Comissão, que atualmente está prevista para terminar em 28 de março. Desde sua instalação em 20 de agosto do ano passado, a CPMI já realizou 29 reuniões e ouviu 26 testemunhas, mas enfrenta dificuldades para avançar nas investigações e obter resultados claros.

Viana afirmou que é necessário prorrogar o prazo, pois os fatos investigados exigem um aprofundamento maior e respostas adequadas à sociedade brasileira. Entre as testemunhas ouvidas está um indivíduo apontado como o operador de um esquema que movimentou cerca de 24,5 milhões de reais em apenas cinco meses. Apesar da quantidade de documentos e requerimentos apresentados, a CPMI não conseguiu apresentar progressos significativos nas investigações até o momento.

A Comissão está paralisada desde 4 de dezembro e deve retomar suas atividades em 5 de fevereiro. A necessidade de prorrogação reflete a complexidade dos casos em análise e a pressão por uma investigação mais robusta, o que poderá influenciar a percepção pública sobre a eficácia do processo legislativo e a transparência das ações do governo.

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