No dia 4 de janeiro, o governo cubano informou que 32 de seus agentes morreram em bombardeios realizados por forças dos Estados Unidos em Caracas, durante a operação que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O governo cubano, em uma declaração veiculada na televisão estatal, classificou a ação americana como ‘terrorismo de Estado’. Os nomes e as funções dos agentes não foram divulgados, mas sabe-se que eles atuavam em missões solicitadas pelas autoridades venezuelanas.
A operação que culminou na captura de Maduro gerou repercussão internacional, com Cuba expressando indignação e decretando luto oficial de dois dias, incluindo a suspensão de eventos públicos e bandeiras a meio mastro. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, criticou a intervenção dos Estados Unidos, afirmando que Washington trata a América Latina como seu ‘quintal’, o que reflete um histórico de tensões na relação entre os países da região e os EUA.
As consequências desse ataque podem intensificar o conflito entre Cuba e os Estados Unidos, além de aumentar a instabilidade na Venezuela. O governo cubano pode buscar apoio de aliados na região para contrabalançar as ações americanas, enquanto a situação na Venezuela permanece volátil. A repercussão desse evento poderá impactar futuras relações diplomáticas e a dinâmica política na América Latina.

