Cuba mantém abertura ao diálogo com EUA, mas rejeita concessões políticas

Bruno de Oliveira
Tempo: 1 min.

Em 16 de janeiro de 2026, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, reafirmou a disposição de seu país para dialogar com os Estados Unidos, mas sem realizar quaisquer concessões políticas. A declaração foi feita durante um ato em Havana, onde Díaz-Canel destacou que as negociações devem ocorrer em condições de igualdade e respeito mútuo.

A posição cubana surge em um momento de intensificação da pressão de Washington, especialmente após as ameaças do presidente americano, Donald Trump, relacionadas a Cuba e suas ações na Venezuela. Díaz-Canel negou que haja diálogos em andamento, contradizendo declarações de Trump, que sugeriu que Cuba deveria alcançar um acordo ou enfrentar consequências.

As tensões entre os dois países são exacerbadas pela crise na Venezuela, onde Cuba perdeu um importante aliado. Com a recente interrupção do envio de petróleo e ajuda da Venezuela para Cuba, a situação econômica da ilha pode se agravar, tornando o diálogo ainda mais crucial para o futuro das relações bilaterais.

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