Em 12 de janeiro de 2026, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que não existem negociações em curso com os Estados Unidos, em um momento de crescente pressão por parte de Washington sobre a ilha. Ele esclareceu que os únicos contatos se restringem a questões técnicas relacionadas à migração, negando qualquer diálogo mais amplo com o governo americano.
A declaração de Díaz-Canel ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter insinuado que seu governo estava em conversações com Havana. Trump, que fez essa afirmação no dia anterior, instou Cuba a “chegar a um acordo”, embora não tenha oferecido detalhes sobre o que isso implicaria, além de um contexto tenso em relação à Venezuela.
As palavras do líder cubano refletem a resistência de Havana frente à pressão externa e à busca por uma posição mais firme em suas relações internacionais. O futuro das interações entre EUA e Cuba permanece incerto, especialmente com a recente captura do presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, que é aliado do regime cubano.

