Defesa de Bolsonaro planeja ação após negativa de Moraes para hospitalização

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro anunciou que irá adotar medidas legais após o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, recusar pedidos de transferência do ex-mandatário a um hospital. A negativa se deu após Bolsonaro sofrer uma queda na prisão, resultando em um traumatismo craniano, e a defesa argumenta que exames laboratoriais são essenciais para a avaliação adequada de sua saúde.

O advogado Paulo Cunha Bueno, que representa Bolsonaro, criticou a decisão de Moraes, afirmando que ela viola os direitos do ex-presidente e compromete sua dignidade humana. Segundo Bueno, a situação exige uma investigação mais aprofundada que não pode ser realizada nas dependências da Polícia Federal, onde Bolsonaro está sob custódia desde novembro de 2025.

As implicações dessa negativa podem ser significativas, não apenas para a saúde de Bolsonaro, mas também para seu processo legal em andamento. A defesa poderá argumentar em tribunais superiores sobre a necessidade de um tratamento adequado, além de levantar questões sobre como a saúde do ex-presidente deve ser tratada enquanto ele enfrenta acusações relacionadas à tentativa de anulação das eleições de 2022.

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