Novos arquivos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam que a defesa de Jeffrey Epstein discutiu um possível acordo de delação com o FBI semanas antes da morte do financista, em 2019. Em uma reunião realizada em 29 de julho daquele ano, os advogados de Epstein abordaram, de forma geral, a possibilidade de encerrar o processo por meio de colaboração com as autoridades federais.
Esses documentos foram divulgados recentemente e fazem parte do maior pacote de informações já disponibilizado pelo governo americano sobre o caso, totalizando cerca de três milhões de páginas, além de 180 mil imagens e dois mil vídeos. Essa liberação traz novos detalhes sobre os bastidores jurídicos que antecederam a morte de Epstein, que foi condenado por crimes sexuais e estava no centro de uma rede de acusações que envolveu diversas figuras proeminentes da sociedade.
A divulgação dos registros pode ter implicações significativas, à medida que novas revelações sobre o caso emergem. Epstein, que era uma figura central em acusações de exploração sexual, pode ter oferecido informações valiosas em troca de um acordo, o que levanta questões sobre a extensão das investigações e os possíveis desdobramentos legais para outros envolvidos. A análise desses documentos pode trazer à tona novos elementos para o caso que ainda repercute na sociedade e no sistema judicial.

