Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, a Venezuela mergulhou em uma crise sem precedentes com a captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em uma operação militar realizada pelos Estados Unidos. Delcy Rodríguez, atual vice-presidente, se apresenta como uma potencial sucessora, exigindo provas de vida do casal em um pronunciamento oficial. Sua postura firme destaca a fragilidade do regime, que enfrenta desafios internos e externos significativos.
Delcy Rodríguez, figura influente do chavismo e com um extenso histórico político, ocupa atualmente a vice-presidência e o Ministério do Petróleo. Com a captura de Maduro, ela se torna o centro das atenções, convocando as Forças Armadas e a população a resistir a intervenções estrangeiras. A Constituição venezuelana permite que a vice assuma o cargo em caso de ausência definitiva do presidente, o que a coloca em uma posição de destaque em um momento crítico para o país.
Embora tenha uma base de apoio forte, Delcy enfrenta desafios significativos, incluindo sanções internacionais que afetam sua circulação e a economia do país. A estabilização da Venezuela e a manutenção do regime chavista em meio a uma polarização intensa serão tarefas cruciais para sua liderança, caso assuma a presidência. A situação atual pode redefinir não apenas o futuro do chavismo, mas também da própria Venezuela em um cenário geopolítico complexo.

