Arqueólogos identificaram um estêncil de mão em uma caverna na Ilha Muna, Indonésia, considerado potencialmente a arte rupestre mais antiga já descoberta, com uma idade estimada de pelo menos 67.800 anos. O estêncil, pintado com óxido de ferro, foi encontrado em uma caverna de calcário que atrai turistas, onde estava escondido entre representações de animais e outras figuras mais recentes.
O achado notável oferece uma nova compreensão sobre as práticas artísticas dos humanos pré-históricos na região, destacando a importância cultural e histórica da arte rupestre. A descoberta também levanta questões sobre como essas representações se relacionam com a vida cotidiana e espiritualidade de nossos ancestrais, sugerindo uma rica tradição de expressão artística que remonta a milênios.
À medida que mais pesquisas são realizadas, este achado pode mudar a maneira como entendemos a evolução da arte e da comunicação visual entre os primeiros seres humanos. A descoberta não apenas enriquece o patrimônio cultural da Indonésia, mas também estimula discussões sobre o valor da preservação de sítios arqueológicos diante do turismo crescente.

