O programa Cripto Brasil investiga a crescente competição entre bancos tradicionais e stablecoins, especialmente no contexto das remessas internacionais. Com a adoção acelerada de stablecoins em países asiáticos, como Singapura e Hong Kong, especialistas ressaltam a eficiência e a segurança que essas moedas digitais oferecem para transações financeiras globais.
Enquanto os bancos tentam integrar as stablecoins em suas operações, a regulação no Brasil avança, com novas resoluções do Banco Central que reconhecem esses ativos no mercado financeiro. A adoção de stablecoins na América do Sul é impulsionada por fatores econômicos, como a busca por proteção contra a inflação e a desvalorização das moedas locais.
Com a tecnologia se tornando invisível para os usuários, o futuro das transações financeiras promete ser cada vez mais digital e integrado. A evolução da regulação nesse setor pode levar a um novo paradigma financeiro, desafiando a dependência do sistema bancário convencional e do dólar físico.

