Economistas da Alemanha estão sugerindo que o país considere a retirada de suas reservas de ouro armazenadas em cofres nos Estados Unidos, citando a mudança nas relações transatlânticas e a incerteza provocada pela administração de Donald Trump. Com aproximadamente €164 bilhões em ouro, que representam cerca de 1.236 toneladas, a Alemanha detém as segundas maiores reservas do mundo, atrás apenas dos EUA, o que torna a situação ainda mais crítica.
As preocupações sobre a segurança do armazenamento de ouro nos EUA vêm à tona em um contexto de tensões políticas e econômicas. Especialistas apontam que a imprevisibilidade nas políticas de Trump pode criar riscos adicionais para a segurança financeira da Alemanha, levando a uma reavaliação da localização de seus ativos estratégicos. Essa discussão reflete um clima de incerteza que permeia as relações entre os dois países.
As implicações dessa recomendação podem ser significativas, não apenas para a Alemanha, mas também para o sistema financeiro global. A retirada de grandes quantidades de ouro poderia afetar o mercado internacional de metais preciosos e provocar reações em cadeia nas economias envolvidas. À medida que a Alemanha avalia sua posição, as decisões tomadas agora podem moldar o futuro das relações transatlânticas.

