Estudo aponta que 3,8 bilhões de pessoas enfrentarão calor extremo até 2050

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

Um estudo recente da Universidade de Oxford, divulgado na revista científica Nature Sustainability, prevê que, até 2050, aproximadamente 3,8 bilhões de pessoas poderão viver sob condições de calor extremo. Essa projeção se baseia na possibilidade de a temperatura média do planeta aumentar mais de 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais. A pesquisa ressalta a urgência de abordar a crise climática em um cenário de aquecimento global acelerado.

Os pesquisadores alertam que o impacto do calor extremo será especialmente severo em regiões já vulneráveis, afetando a saúde, a agricultura e os recursos hídricos. As consequências podem incluir um aumento significativo nas taxas de doenças relacionadas ao calor e pressão sobre os sistemas de saúde, além de desafios para a produção de alimentos. Assim, a pesquisa destaca a necessidade de estratégias globais para mitigar essas mudanças climáticas.

Diante desse cenário preocupante, a comunidade internacional deve intensificar os esforços para reduzir emissões de gases de efeito estufa e promover a adaptação às novas realidades climáticas. A conscientização e a ação coletiva são essenciais para proteger os mais afetados por essas mudanças, garantindo um futuro sustentável. O estudo serve como um chamado à ação para governos e organizações em todo o mundo.

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