Um estudo recente aponta que a presença de uma falência empresarial no currículo de um trabalhador não impacta negativamente sua trajetória profissional. Publicado em 27 de janeiro de 2026, a pesquisa demonstra que muitos empregadores valorizam a experiência adquirida por aqueles que passaram por desafios de gestão. Essa percepção é especialmente relevante em um cenário onde duas a cada dez novas empresas no Brasil encerram suas atividades rapidamente.
Os pesquisadores observaram que a capacidade de aprender com erros e a resiliência mostrada por ex-empresários podem ser atributos apreciados em diversas áreas de atuação. A análise sugere que, em vez de ver a falência como um estigma, o mercado deve considerar essa experiência como uma oportunidade para desenvolver habilidades de adaptação e inovação. Isso pode mudar a maneira como candidatos com histórico de falência são avaliados nas entrevistas de emprego.
As implicações desse estudo são significativas, pois podem incentivar mais pessoas a empreender, mesmo com o risco de falência. Além disso, a pesquisa pode influenciar políticas de apoio a empreendedores, promovendo um ambiente de negócios mais inclusivo. Com esse novo entendimento, espera-se que o preconceito contra empreendedores falidos diminua, beneficiando tanto trabalhadores quanto a economia brasileira como um todo.

