No dia 4 de janeiro de 2026, as forças dos Estados Unidos capturaram o presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma ousada operação militar em Caracas. O presidente Donald Trump anunciou que os EUA pretendem “assumir o comando” da Venezuela, enquanto Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos e levados para Nova York para enfrentar acusações de tráfico de drogas e armas.
A operação, que envolveu cerca de 150 aeronaves, teve como objetivo neutralizar as defesas venezuelanas e resultou em intensos combates, deixando pelo menos 80 mortos, tanto civis quanto militares. A ação foi parte de uma longa campanha da administração Trump para derrubar o governo de Maduro, que enfrenta críticas e apoio, refletindo a divisão de opiniões na sociedade americana e entre os venezuelanos migrantes.
Com a captura de Maduro, a vice-presidente Delcy Rodríguez foi empossada como presidente interina, apesar de Trump declarar que os EUA irão administrar o país até que uma transição ocorra. A situação na Venezuela continua tensa, com o governo local afirmando que Maduro ainda é o presidente legítimo, enquanto os EUA tentam manter influência sobre a região e os recursos petrolíferos do país.

