EUA capturam Nicolás Maduro em operação militar na Venezuela

Patricia Nascimento
Tempo: 2 min.

No último sábado, 3 de janeiro de 2026, forças especiais dos Estados Unidos realizaram uma operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro, líder da Venezuela. A ação, autorizada pelo presidente Donald Trump, buscou não apenas derrubar o chavismo, mas também acessar as vastas reservas de petróleo do país. A operação é considerada a maior intervenção americana na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989.

Durante a ofensiva, que incluiu bombardeios e incursões em Caracas e em estados próximos, Maduro foi detido antes que pudesse se refugiar em um bunker. O ex-presidente e sua esposa foram transferidos para os Estados Unidos, onde enfrentam acusações graves de narcotráfico e crimes relacionados. Essa ação militar levanta preocupações sobre a legalidade e as repercussões da captura de um chefe de Estado estrangeiro, com reações adversas de países como Rússia e China.

As implicações da operação são profundas, podendo provocar instabilidade na América do Sul e alterar a configuração política da Venezuela. A vice-presidente Delcy Rodríguez foi nomeada presidente interina, e há incertezas sobre como os EUA planejam lidar com um governo que mantém laços com o chavismo. A situação pode influenciar a política externa americana, especialmente em relação a recursos naturais e questões de segurança na região.

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