O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos facilitou operações limitadas com petróleo da Venezuela, permitindo que empresas americanas se envolvam em atividades relacionadas à produção e venda de petróleo venezuelano. Esta nova licença, emitida em 29 de janeiro de 2026, surge em resposta a mudanças no cenário político em Caracas e representa uma tentativa de aproximação econômica com a Venezuela.
Apesar dessa flexibilização, o governo americano mantém restrições rigorosas. Transações com países como Rússia, Irã, Coreia do Norte e Cuba continuam proibidas, assim como pagamentos em ouro, moedas digitais e o uso de navios petroleiros sancionados. Essas medidas demonstram que, mesmo com a nova autorização, o departamento ainda exerce cautela em relação a parceiros considerados de risco.
A decisão de aliviar algumas sanções pode beneficiar empresas americanas, permitindo um acesso maior ao petróleo venezuelano. No entanto, a manutenção de restrições indica uma abordagem cuidadosa do governo dos EUA, que busca equilibrar interesses econômicos com preocupações geopolíticas. O futuro das relações comerciais entre os dois países ainda depende de desenvolvimentos políticos em Caracas e da resposta da comunidade internacional a essa nova política.

