O Departamento de Energia dos EUA (DOE) firmou contratos com seis empresas especializadas em urânio de baixo enriquecimento, destinando US$ 2,7 bilhões para o desenvolvimento de infraestrutura necessária. Esses contratos permitirão que as empresas concorram a futuros serviços de enriquecimento, fundamentais para usinas nucleares em operação e novos reatores modulares.
Os contratos exigem que as empresas cumpram marcos específicos, assegurando a entrega de serviços de enriquecimento. Este investimento é uma resposta à dependência dos EUA de urânio enriquecido importado, especialmente da Rússia, que representa de 20% a 25% do suprimento nacional. Para mitigar esse risco, o governo impôs uma proibição à importação de urânio de baixo enriquecimento da Rússia até 2040.
O DOE enfatiza que desenvolver a capacidade interna de produção de urânio é crucial para garantir um fornecimento confiável de combustível para a frota de reatores existente e para o futuro de reatores nucleares avançados. Essa iniciativa não apenas reforça a segurança energética dos EUA, mas também posiciona o país para liderar no setor de energia nuclear globalmente.

