No dia 10 de janeiro, os Estados Unidos coordenaram uma série de ataques em larga escala contra o grupo jihadista Estado Islâmico (Isis) em várias localidades da Síria. A ação foi comunicada pelo Controle Militar norte-americano, que enfatizou o foco em alvos do Isis em todo o território sírio, sem fornecer detalhes sobre possíveis vítimas ou danos materiais.
Esses ataques são parte da Operação Hawkeye e respondem a uma recente investida do Isis em Palmira, onde um ataque resultou na morte de dois soldados dos EUA e um intérprete civil em dezembro. Essa escalada de violência destaca a complexidade da situação no país, onde os Estados Unidos mantêm cerca de 1.000 militares, apoiando forças locais na luta contra o extremismo.
A resposta militar dos EUA pode ter implicações significativas para a estabilidade da região e para as relações entre os Estados Unidos e o governo sírio, que é formado por ex-rebeldes e enfrenta sua própria batalha contra o Isis. O silêncio do Departamento de Estado sobre os ataques também levanta questões sobre a estratégia americana na Síria e suas consequências no combate ao terrorismo.

