Na madrugada de sábado, tropas de elite da Delta Force dos Estados Unidos invadiram um complexo em Caracas, capturando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. A operação foi autorizada pelo presidente Donald Trump e resultou de meses de preparação, incluindo um intenso esforço de inteligência para mapear os deslocamentos do casal. Os comandos desembarcaram de helicóptero enquanto explosões atingiam pontos estratégicos da capital, apagando as luzes da cidade em uma ação cibernética americana.
Após a prisão, Maduro e Flores foram levados ao navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima e, posteriormente, transferidos para Nova York, onde enfrentam acusações de narcotráfico e crimes relacionados a armas. A operação, denominada Absolute Resolve, utilizou mais de 150 aeronaves e envolveu diversas agências, incluindo a CIA, e foi caracterizada pelo governo dos EUA como uma ação de aplicação da lei. Contudo, críticos da operação levantam questões sobre a sua legalidade, uma vez que a captura de um chefe de Estado em território estrangeiro sem autorização do Congresso fere normas do direito internacional.
Esse evento marca uma intervenção militar significativa na América Latina e se insere em uma estratégia mais ampla do governo Trump contra o narcotráfico na região. Desde setembro, os EUA têm intensificado suas operações, resultando na destruição de embarcações suspeitas de tráfico. A captura de Maduro não apenas acirra as tensões políticas, mas também pode provocar repercussões diplomáticas significativas, levantando preocupações sobre a estabilidade da Venezuela e da região.

