Em 5 de janeiro de 2026, os Estados Unidos anunciaram a remoção de seis vacinas do calendário de vacinação infantil, incluindo imunizantes contra a gripe e hepatite. Essa decisão, do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, determina que as vacinas agora são recomendadas apenas para crianças em alto risco ou mediante orientação médica, desconsiderando a imunização de crianças saudáveis.
O novo calendário de vacinação também exclui vacinas contra doenças como meningite e rotavírus, o que, segundo especialistas, pode aumentar a suscetibilidade de crianças a doenças evitáveis. As autoridades afirmam que os pais ainda podem optar pelas vacinas, que continuarão a ser cobertas pelos planos de saúde, mas a mudança tem despertado críticas de profissionais médicos e epidemiologistas, que veem riscos associados a essa redução na proteção.
A Casa Branca justifica que a nova abordagem é semelhante à de países desenvolvidos, mas especialistas alertam que as realidades de saúde pública são distintas. Com a alta de casos de gripe e pelo menos nove mortes de crianças registradas, a medida gera preocupações sobre surtos de doenças que poderiam ser prevenidas, levando a um debate acalorado sobre as políticas de vacinação nos Estados Unidos.

