Ex-primeira-dama da Coreia do Sul é condenada a 20 meses por suborno

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

Kim Keon Hee, ex-primeira-dama da Coreia do Sul, recebeu uma sentença de 20 meses de prisão por sua participação em um esquema de suborno. O tribunal também ordenou que ela devolvesse um colar de diamantes da marca Graff e restituísse a quantia de 12,85 milhões de won. A condenação foi anunciada em 28 de janeiro de 2026 e marca um novo capítulo em um caso que tem gerado grande atenção pública.

O esquema em que Kim estava envolvida levantou questões sobre a corrupção no governo sul-coreano e a relação entre políticos e empresários. A decisão judicial é um reflexo do endurecimento das políticas contra a corrupção no país, onde escândalos semelhantes têm abalado a confiança nas instituições. A ex-primeira-dama, que já havia sido uma figura pública controversa, agora enfrenta um futuro incerto após a condenação.

As implicações deste caso vão além da vida pessoal de Kim, pois podem afetar a política sul-coreana de maneira mais ampla. A condenação pode influenciar o cenário político, especialmente se outros membros da elite política forem investigados ou processados. Assim, as repercussões da decisão judicial podem reverberar por um bom tempo, impactando a percepção pública sobre a transparência e a integridade no governo.

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