A Justiça da Coreia do Sul condenou a ex-primeira-dama Kim Keon-hee por suborno em um esquema de corrupção, resultando em uma pena de um ano e oito meses de prisão, conforme decidido em 28 de janeiro de 2026. A condenação surgiu após uma longa investigação sobre suas atividades enquanto ocupava uma posição proeminente no governo do ex-presidente Yoon Suk-yeol, seu marido.
Kim foi considerada culpada de suborno, mas absolvida de outras acusações, como manipulação de mercado e violações das regras de financiamento público. Desde agosto de 2025, Kim está detida, enfrentando também alegações de fraude financeira e tráfico de influência. A decisão judicial gerou reações, com ambas as partes, defesa e promotoria, anunciando a intenção de recorrer.
A condenação de Kim Keon-hee pode ter implicações significativas para a política sul-coreana, especialmente considerando a conexão com o ex-presidente Yoon Suk-yeol, que foi destituído após uma tentativa de golpe de Estado em dezembro de 2024. O desdobramento deste caso pode afetar também a percepção pública sobre a corrupção no governo, um tema persistente na política do país.

