Na noite de 22 de janeiro de 2026, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, emitiu uma nota oficial destacando a posição da Corte em relação à crise envolvendo o Banco Master. Fachin afirmou que o STF não se curva a ameaças, criticando práticas que tentam deslegitimar a instituição e ressaltando a defesa da democracia como fundamental para o Estado de Direito.
O ministro Fachin validou a supervisão judicial conduzida pelo relator do caso, Dias Toffoli, e destacou a importância da autonomia do Banco Central na manutenção da estabilidade financeira. Ele também enfatizou que a atuação da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República é essencial na investigação de possíveis crimes, como gestão temerária e lavagem de dinheiro, reiterando que as ações devem se pautar pela Constituição.
Fachin concluiu sua nota ressaltando que a transparência e a respeitabilidade são imprescindíveis para o fortalecimento do Estado de Direito. Ele se comprometeu a garantir que a força bruta não substitua o império da lei, indicando que o STF continuará a atuar de forma firme e coordenada em 2026 e além.

