Reza Pahlavi, filho do falecido xá do Irã, declarou em Washington que acredita na iminente queda da República Islâmica, citando os protestos em massa que ocorrem no país. Durante uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (16), ele pediu uma intervenção estrangeira para apoiar os manifestantes, afirmando que “não é uma questão de se, mas de quando” a República Islâmica cairá. Pahlavi, que vive em exílio desde 1979, expressou sua intenção de retornar ao Irã para liderar uma transição democrática.
Os protestos no Irã têm ganhado força desde o final de dezembro, com muitos manifestantes clamando pelo nome de Pahlavi. Contudo, esses levantes têm sido duramente reprimidos pelas autoridades iranianas, o que levanta preocupações sobre a segurança e a liberdade no país. Pahlavi defendeu que a comunidade internacional deve apoiar os cidadãos iranianos, enfraquecendo a capacidade do regime de controlar as manifestações, incluindo ataques contra a Guarda Revolucionária.
Além de apelar por intervenção militar, ele também solicitou que os países expulsassem os diplomatas iranianos. A proposta de Pahlavi reflete um desejo de mudança significativa no Irã, embora ele enfrente críticas e desconfiança de parte da população. O futuro da República Islâmica continua incerto, enquanto os protestos persistem e a situação política se intensifica.

