Na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, o governo sírio e as forças curdas, lideradas pelo Partido da União Democrática, anunciaram um acordo que transforma um cessar-fogo temporário em uma trégua permanente. Este entendimento visa integrar as forças curdas ao Estado sírio, encerrando um mês de intensos combates na região nordeste do país. O acordo representa um passo significativo na resolução das tensões em torno da autonomia curda na Síria.
O contexto do acordo reflete a crescente complexidade das relações entre o governo sírio e as comunidades curdas, que buscam maior autonomia. As Forças Democráticas Sírias, compostas por combatentes curdos, se comprometeram a se unir ao novo exército sírio, utilizando o diálogo em vez do confronto. Essa mudança de abordagem pode sinalizar um novo capítulo nas dinâmicas de poder da região e um possível fortalecimento da estabilidade local.
As implicações desse acordo são vastas, pois podem alterar a configuração política da Síria e impactar a segurança na região. A integração das forças curdas pode contribuir para uma paz duradoura, mas também levanta questões sobre a autonomia e os direitos das comunidades curdas. O desdobramento deste entendimento será observado de perto, pois poderá influenciar futuras negociações e a governança na Síria.

