Um grupo de ativistas de esquerda, conhecido como Pacific Antifascist Research Collective, iniciou uma campanha para identificar e expor agentes de imigração dos Estados Unidos. Na semana passada, um fotógrafo do Minneapolis Star Tribune capturou um agente da patrulha de fronteira atacando um manifestante detido com spray de pimenta. O incidente ocorreu em Minneapolis, onde a tensão em torno das operações de imigração tem aumentado, especialmente sob a administração anterior.
O vídeo, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais, mostra o agente usando a força contra um protestante que já estava sob controle de outros agentes. O coletivo antifascista se propôs a retirar a anonimidade de autoridades que, segundo eles, estão envolvidas em ações violentas e opressivas contra aqueles que se opõem a políticas de imigração rigorosas. Essa abordagem visa responsabilizar os agentes por suas ações durante operações como a chamada Operação Metro Surge.
As implicações dessa exposição são profundas, refletindo um crescente descontentamento com as práticas de imigração nos Estados Unidos. À medida que mais vídeos e informações sobre abusos se tornam públicos, a pressão sobre as autoridades para reavaliar suas táticas pode aumentar. Este movimento também destaca a luta contínua entre ativistas e forças de segurança, revelando as divisões sociais e políticas que permeiam o país atualmente.

