Em janeiro de 2026, o Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou um aumento expressivo, sugerindo um clima de instabilidade no cenário econômico brasileiro. Este indicador reflete as preocupações de empresários e consumidores sobre a saúde da economia nacional em meio a tensões geopolíticas e uma crise interna no setor de turismo, conhecido como Master. A data de publicação, 30 de janeiro de 2026, marca um momento crítico para a análise da confiança econômica no país.
A elevação do IIE-Br está associada a fatores externos e internos que geram incertezas, como a instabilidade política e os desafios no comércio internacional. Com uma economia que já enfrenta dificuldades, a percepção negativa pode levar a uma retração nos investimentos e na confiança do consumidor. A FGV destaca que o indicador é um termômetro importante para a avaliação do comportamento do mercado e as expectativas futuras dos agentes econômicos.
Diante do aumento da incerteza, especialistas alertam para os possíveis desdobramentos, que podem incluir uma desaceleração no crescimento econômico e uma maior cautela nas políticas de investimento. Os impactos podem se estender ao mercado de trabalho, com potencial aumento no desemprego caso o cenário não se altere. A situação exige atenção das autoridades e dos empresários para que medidas adequadas sejam tomadas em resposta às condições econômicas adversas.

