A Polícia Civil de Santa Catarina deu início às investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, após o animal ter sido brutalmente agredido por um grupo de adolescentes em Praia Brava, Florianópolis, no dia 26 de janeiro. O animal, querido por moradores da região, foi encontrado em estado crítico e, infelizmente, não sobreviveu aos ferimentos, levando a comunidade a clamar por justiça.
As investigações revelaram que ao menos quatro adolescentes foram identificados como suspeitos do crime, com base em imagens de câmeras de segurança e relatos de testemunhas. A polícia também investiga a possível intimidação de uma testemunha por um policial civil, pai de um dos envolvidos, embora a delegada responsável tenha descartado a participação de qualquer policial no crime. O Ministério Público de Santa Catarina está acompanhando o caso, que pode resultar em ações legais conforme as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente.
O caso gerou mobilizações comunitárias, com protestos em homenagem ao cão Orelha, onde os moradores clamaram por justiça e destacaram o vínculo afetivo que o animal tinha com a região. Essas manifestações evidenciam a crescente conscientização sobre a violência contra os animais e a necessidade de responsabilização dos agressores. As investigações continuam, e o desfecho do caso pode influenciar mudanças nas políticas de proteção animal na região.

