Irã é acusado de campanha de vingança contra médicos que tratam manifestantes

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

O Departamento de Estado dos EUA fez um apelo pela libertação de profissionais de saúde detidos no Irã, onde médicos estão sendo presos por tratar manifestantes feridos durante a repressão violenta do regime. Um cirurgião, que é um dos presos, corre risco de ser condenado à morte. As detenções ocorrem em meio a uma onda de violência que deixou dezenas de milhares de pessoas feridas nas recentes manifestações contra o governo.

Organizações de direitos humanos afirmam que as prisões e a ameaça de pena capital são parte de uma campanha de ‘vingança’ contra os médicos que se dedicaram a salvar vidas. Muitos desses profissionais ignoraram ordens para não atender os feridos, estabelecendo centros de tratamento improvisados para ajudar os manifestantes atingidos por balas ou facadas. Essa situação alarmante revela a grave crise de direitos humanos no país, que se agrava a cada dia.

As implicações dessas ações são profundas, uma vez que colocam em risco a vida de centenas de profissionais de saúde e comprometem ainda mais a confiança da população no sistema de saúde. O governo iraniano enfrenta crescente pressão internacional para acabar com essa repressão e respeitar os direitos humanos. A situação no Irã continua a ser monitorada de perto, com a comunidade global exigindo ações concretas para proteger os direitos dos cidadãos e profissionais de saúde.

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