Em 12 de janeiro de 2026, o Irã declarou que está disposto a dialogar com os Estados Unidos enquanto enfrenta uma onda de protestos que desafia o regime dos aiatolás. O presidente Donald Trump, em resposta à crise, reafirmou seu apoio aos manifestantes e considerou a possibilidade de uma ação militar contra as violações dos direitos humanos no país. A violência das forças de segurança iranianas resultou em mais de 500 mortes entre os protestantes e um corte drástico no acesso à internet.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, enfatizou que o governo está aberto a negociações, mas também preparado para a guerra, caso necessário. Ele criticou a narrativa de que os protestos violentos seriam uma justificativa para a intervenção dos Estados Unidos, afirmando que a maioria dos manifestantes é pacífica. O clima de tensão é exacerbado pela repressão brutal do regime, que considera qualquer dissentimento como traição.
Com a situação interna se deteriorando, as implicações para a política externa do Irã são significativas. O governo iraniano se vê diante de um desafio tanto interno quanto externo, enquanto as pressões internacionais aumentam. A possibilidade de uma ação militar por parte dos EUA e a resposta do Irã podem moldar um novo cenário no Oriente Médio, trazendo consequências duradouras para a estabilidade regional.

