Isaac Sidney alerta: reformas não podem esperar até 2027

Eduardo Mendonça
Tempo: 2 min.

No contexto de um ano eleitoral, Isaac Sidney, presidente da Febraban, enfatiza a urgência de implementar reformas no Brasil em 2026. Segundo ele, a paralisia das discussões e decisões estruturantes em anos eleitorais é um luxo que o país não pode se permitir, dado o atual cenário econômico e fiscal. Esperar até 2027 para agir, segundo Sidney, não é uma opção viável para nenhum ator político.

O artigo destaca que o crescimento do PIB projetado para 2025 e 2026 é modesto, e que a economia ainda depende do consumo imediato em vez de investimentos produtivos. Embora existam melhorias fiscais e um mercado de trabalho dinâmico, a política fiscal continua expansionista e a inflação é uma preocupação. O presidente da Febraban alerta que a Selic elevada está prejudicando o consumo e os investimentos, e que desperdiçar 2026 seria um erro estratégico grave.

Isaac Sidney conclui que é imperativo um ajuste fiscal mais profundo e um ambiente de negócios mais atraente para recuperar a capacidade de investimento do setor público e atrair capital privado. Ele apela para que forças políticas e empresariais superem suas diferenças e construam um consenso em torno de uma agenda de reformas necessárias. O futuro econômico do Brasil depende da decisão coletiva de aproveitar ou desperdiçar o ano de 2026.

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