Itália pede ação rigorosa da UE contra antissemitismo, diz Mattarella

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

No dia 27 de janeiro, a Itália, através de seu presidente Sergio Mattarella e da primeira-ministra Giorgia Meloni, reafirmou a condenação às ações do regime fascista durante a Segunda Guerra Mundial. Durante uma cerimônia no Palácio do Quirinale, ambos discutiram a necessidade de uma resposta firme da União Europeia contra o antissemitismo, que foi descrito como uma ‘praga’ que persiste na sociedade atual.

Mattarella alertou sobre a ‘recorrência e disseminação’ de manifestações de racismo e antissemitismo, ressaltando que isso representa um ‘grande perigo’. A primeira-ministra Meloni lamentou a presença do antissemitismo, comparando-o a uma ‘doença’ que se espalhou novamente, mesmo após tantos anos do fim do conflito. Juntos, eles enfatizaram a importância de honrar a memória das vítimas e de prevenir futuras discriminações.

A cerimônia também contou com a presença da senadora vitalícia Liliana Segre, uma sobrevivente do regime fascista, que foi homenageada por sua coragem. Mattarella expressou solidariedade contra os ataques de racismo e antissemitismo, que são considerados crimes segundo a legislação italiana. O evento reforçou o compromisso da Itália em combater o preconceito e promover a coesão social.

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