Janja destaca ‘América Invertida’ para discutir soberania e democracia

Camila Pires
Tempo: 1 min.

A primeira-dama do Brasil, Rosângela da Silva, conhecida como Janja, mencionou a obra “América Invertida” em sua postagem sobre o terceiro aniversário dos atos golpistas de 8 de janeiro. A obra, criada pelo artista uruguaio Joaquín Torres-Garcia, é uma crítica ao eurocentrismo e propõe uma nova visão da América do Sul, destacando a soberania cultural do continente.

Em sua declaração, Janja ressaltou que o verdadeiro norte é o Sul, enfatizando a necessidade de um olhar autêntico sobre a própria história e cultura. A menção à obra ocorre em um contexto de crescente tensão geopolítica na região, especialmente após um recente ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que tem gerado preocupações sobre a estabilidade na América Latina.

A citação de Janja visa reforçar a importância da soberania nacional e a capacidade do povo de moldar seu próprio futuro. Este discurso não apenas celebra a democracia, mas também destaca o papel da cultura na construção da identidade latino-americana, especialmente em tempos de crise e incerteza política.

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